Na Casa Branca, o café da manhã de Barack e Michele Obama num tom divertido e diferente, produzido pela Agência Boom.
terça-feira, 29 de março de 2011
Corpos Celestes
Corpos Celestes de Fernando Severo e Marcos Jorge, acaba sendo dois filmes em um, onde duas épocas bastantes distintas da vida do protagonista que são perceptíveis demasiadamente no filme. A história se baseia na infância solitária e simples de um menino que conhece um americano astrônomo e se apaixona pela profissão. Os conflitos do filme no início, são o sumiço do seu amigo americano e das traições de seu pai.
Com todos os acontecimentos da infância, temos a outra parte do filme, que é Franscico, o personagem central, já adulto. O mesmo é uma pessoa fechada, com uma vida sem muitos contatos, a não ser consigo mesmo, trabalhando sempre com a Astronomia, sua principal função da vida.
Em ambientes que são de uma cidade do interior, o filme tem vários takes de câmera que dão uma ilustração bastante perceptível e agradável ao espectador. Algumas cenas deixaram algo para ser descoberto o que deixa o filme com um certo suspense do que poderia ter acontecido e do que aconteceu. Por ser filmado na zona rural, os planos são todos mais abertos na primeira parte do filme, enquanto na segunda, as imagens são mais fechadas nos personagens que vivem na cidade.
O roteiro, como já foi dito, é perceptivelmente dois em um, onde vemos duas épocas distintas do protagonista, mas que são os momentos mais marcantes da vida do mesmo, que por si só, quando criança, determina o que ele será quando adulto e que já nesta fase, mostra os conflitos que acabam por se gerar pelos problemas que sofrera quando garoto.
Por ser um filme brasileiro, já sofre duras críticas e é dispensável ao gosto do público e mesmo que tenha sido filmado no Paraná, não foi divulgado o suficiente para atrair a atenção do público .
Mesmo sendo um filme que fala sobre astronomia, onde existe a infinidade do céu e a quantidade de estrelas, o longa consegue ser egoísta ao protagonista que com sua solidão acaba por achar que tudo e todos passam e vivem ao seu redor e o filme mesmo com um final inesperado, mostra isso e muito mais.
Com todos os acontecimentos da infância, temos a outra parte do filme, que é Franscico, o personagem central, já adulto. O mesmo é uma pessoa fechada, com uma vida sem muitos contatos, a não ser consigo mesmo, trabalhando sempre com a Astronomia, sua principal função da vida.
Em ambientes que são de uma cidade do interior, o filme tem vários takes de câmera que dão uma ilustração bastante perceptível e agradável ao espectador. Algumas cenas deixaram algo para ser descoberto o que deixa o filme com um certo suspense do que poderia ter acontecido e do que aconteceu. Por ser filmado na zona rural, os planos são todos mais abertos na primeira parte do filme, enquanto na segunda, as imagens são mais fechadas nos personagens que vivem na cidade.
O roteiro, como já foi dito, é perceptivelmente dois em um, onde vemos duas épocas distintas do protagonista, mas que são os momentos mais marcantes da vida do mesmo, que por si só, quando criança, determina o que ele será quando adulto e que já nesta fase, mostra os conflitos que acabam por se gerar pelos problemas que sofrera quando garoto.
Por ser um filme brasileiro, já sofre duras críticas e é dispensável ao gosto do público e mesmo que tenha sido filmado no Paraná, não foi divulgado o suficiente para atrair a atenção do público .
Mesmo sendo um filme que fala sobre astronomia, onde existe a infinidade do céu e a quantidade de estrelas, o longa consegue ser egoísta ao protagonista que com sua solidão acaba por achar que tudo e todos passam e vivem ao seu redor e o filme mesmo com um final inesperado, mostra isso e muito mais.
sábado, 5 de março de 2011
Breve história do cinema
Por volta de 1910, o cinema ainda engatinhava e estava em seus primórdios. Na época, ele era predominantemente mudo e exigia um bom “repertório” de seus telespectadores, para que, assim, se desse uma melhor compreensão. Devido a ausência de áudio, fazia-se uso de um narrador - também chamado de explicador - que ficava em pé ao lado da tela e, através de um bastão, indicava os personagens e descrevia seus atos. Alguns cinemas, inclusive, contavam com orquestras, que serviam para criar fundo musicais correspondentes as suas devidas cenas.
Mas, na verdade, o que mais chamava atenção pode ser resumido no próprio significado da palavra cinema, que é: imagem em movimento. Na época, essa era uma realidade que, até então, era inimaginável para muitos. Dentre os filmes que mais chamaram atenção, estão os dos Irmãos Lumiére, que muitos consideram como documentários, pois apenas registravam situações cotidianas como a saída de operários da fábrica, um trem chegando na estação ou um bebê se alimentando.
Os filmes de forma geral não mudaram muito até o nascimento da montagem da edição. A partir desse momento, houve a criação de um vocabulário simples – que são códigos criados para que o público pudesse entender os sentimentos da personagem.
Porém, a partir da popularização do rádio, o cinema também sentiu a necessidade de usar essa tecnologia a seu favor. Como é o caso do filme “Luzes da Cidade” (1931), de Charles Chaplin, onde ele se viu obrigado a adaptar o som ao seu estilo de fazer filmes. O cinema sonoro também possibilitou a criação de dois novos gêneros: o fantástico e o de ficção cientifica, que tinham o objetivo de tornar mais acabados os efeitos realistas da narração cinematográfica.
Bibliografia:
-Aumont, J. As teorias dos cineastas. 2004.
- Carriere, Jean- Claude. A linguagem secreta do cinema. 1995.
-Costa, Antonio. Compreender o cinema. 1989.
Assinar:
Postagens (Atom)